terça-feira, 17 de novembro de 2009

Uma flor no meio das cinzas (1° parte)

Sombras mais rápidas que a luz, ventos frios e quentes ao mesmo tempo, chãos acinzentados que se mostra sem vida e tira toda a oportunidade de ter algo com pelo menos esperança de ter vida, lugar estranho com falta de luz como pode existir algo nesse lugar. Mas ali existia sim uma pessoa com cinco sentidos sem sentidos, seu alfato só pra respirar mesmo assim com dificuldades, seu tato simplesmente pra esfregar em seu próprio corpo para mante-lo aquecido, sua visão sem direção mas sempre mantendo ela pro chão vendo seus pés cortados pelo tempo que o castiga sem noção do sofrimento daquele ser, sua audição de nada servia a não ser pra ouvir o vento lhe dizer pra que direção não ir, seu paladar angustiado sem nada poder dizer pois nada Lhe perdoa quieto imagina o medo de falar ia natureza o castigar mais, pois já num agüenta mais sentir dor por dentro e por fora, então cansado de sofrer depois de tanto se ver sem saída resolveu se entregar deixando aquilo tudo lhe dominar, seu espírito já estava em seu corpo por obrigação,sua alma já não mais refletia a esperança em seus olhos, sua mente não conseguia fazer ele refletir e ascender o fogo da sobrevivência, não se dava conta de onde ir, onde ficar e nem mesmo de onde veio. Aonde ir, se todo o tempo sofre, sua caminhada vem sendo torturante, um desgaste de si mesmo uma dor tão intensa q dói só de pensar onde dói, mas não é dor de machucado carnal não, é feridas sentimentais, q cicatrizam mais não curam que a qualquer momento pode se abrir novamente aumentando aquilo que já tinha sentido e retorna com mais força simplesmente pra mostrar que esta vivo dando a lhe entender q sempre irar lutar contra uma coisa que é sua mas não lhe pertence a vida. Onde ficar, como parar em algum canto ou lugar que da no mesmo se andando vc sabe q pode chegar a algum destino, mas no caminho sofrendo imagina toda essa angustia e ali parado não da tem q caminha não alivia, mas diminui a dor andando, mas se pelo menos esse lugar fosse diferente todas as direções iguais parece q ando em círculos o desespero bate, mas sem lagrimas nem pra chorar mais tenho pra desabafar isso. Aonde veio como mesmo disse antes não sei por que esse lugar parece igual em todos os cantos um deserto sem fim ao mesmo tempo q tem seus Espaços avistando o horizonte parece um labirinto, mantendo perdido preso nisso sem consciência sem saber se é sua realidade por falta de companhia ou é ilusão por ver um cenário tão amedrontador feito uma criança perdida no escuro sem lagrimas em seus olhos sem esperança de um futuro de alivio com sensações só de angustia dor e tristeza do abandono próprio, pois ate seus pensamentos que era os mais fiéis de seu amigo lhe tormenta dando ideais q seu sofrimento podia acabar se sua vida acabasse e ao mesmo tempo lhe mostrava q era fraco e não teria coragem de fazer aquilo então lhe caiu o ultimo resto de esperança o inabalável nos momentos de sofrimento..., sua Fé é a Fé que existia de um ser maior q poderia salva – lo se esvaiu seu ultimo resto de esperança que ainda existia em seus olhos se apagou esses olhos que era castanhos escuros agora se tornou acinzentados seus passos já não estavam mais tão dispostos a saber qual era a próxima pisada seus pensamentos só queriam não pensar em mais nada seu corpo descansar, pois o cansaço e o peso do tempo aumentavam a cada suspiro seus sentidos aos poucos se desprendia do seu corpo abandonando aquele ser sem esperança nele mesmo lentamente o chão se aproxima do seu rosto quando se da conta não sente seus pés mais se mover seus braços não tem mais forças pra lhe aquecer o frio do medo o domina mais aos poucos o tranqüilizando a luz já escura daquele lugar o abandona e cada vez mais escuro seus lhos se fecham e de sua boca sai uma única palavra Adeus...

Autor: miguel Sazcky sem curiosidades em ^^

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